
Olhas-me.
O teu olhar terno.
O teu toque suave na minha cara
A mão escura na pele clara
O arrepio eterno.
Sorris.
Sinto-te a aproximar.
Sussurras-me ao ouvido
Tudo aquilo que tens sentido
No meu cabelo, a tua mão a pentear.
Não desperdiças o tempo.
E, assim, repentinamente
Os teus lábios nos meus
És meu, sou Deus
Ele não mente.
Gostei do teu poema, forte e sincero.
ResponderEliminarQuero agradecer o teu comentário no "Poetry Cafe" (Obscuridade Translucida).
Tenho um novo recanto:
www.norberto-blackrose.blogspot.com