Sábado, 4 de Outubro de 2008

O Beijo




Olhas-me.
O teu olhar terno.
O teu toque suave na minha cara
A mão escura na pele clara
O arrepio eterno.

Sorris.
Sinto-te a aproximar.
Sussurras-me ao ouvido
Tudo aquilo que tens sentido
No meu cabelo, a tua mão a pentear.

Não desperdiças o tempo.
E, assim, repentinamente
Os teus lábios nos meus
És meu, sou Deus
Ele não mente.


1 comentários:

  1. Gostei do teu poema, forte e sincero.

    Quero agradecer o teu comentário no "Poetry Cafe" (Obscuridade Translucida).

    Tenho um novo recanto:

    www.norberto-blackrose.blogspot.com

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